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Quando mudar as velocidades

O uso das mudanças no btt

Algumas regras de ouro para mudar as mudanças no momento certo!

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O uso correto do desviador ainda é um mistério para ti? Proponho-te a explorar este universo em que é preciso distinguir a velocidade correta, a relação correta... e sobretudo o momento certo para mudar as velocidades!

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Como mudar as velocidades?

O princípio já tem mais de 120 anos e assenta numa peça da bicicleta que permite alterar o andamento enquanto pedala. A peça em questão é o desviador que guia a corrente deslocando-a de uma posição para outra para facilitar a pedalada. A  bicicleta de BTT pode ter dois desviadores: um à frente para selecionar o prato e um atrás para selecionar o carreto ou apenas um atrás.

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O uso das velocidades no BTT

Basta acionar o manípulo direito para mudar, posição a posição, as velocidades. Deslocar a corrente para um carreto maior torna a pedalada mais fácil e leve. Selecionar um carreto mais pequeno torna a pedalada mais dura e difícil. Ao manusear o manípulo esquerdo, mudará de prato. A pedalada ficará mais pesada e difícil se mudar para um prato com maior número de dentes. A diferença de andamento será mais assinalável mudando de prato do que mudando de carreto. A mudança é transmitida através de um cabo que liga o manípulo ao desviador. Este último desloca lateralmente um guia que posiciona a corrente noutro carreto ou prato e é pedalando que a corrente fica definitivamente posicionada na velocidade pretendida. É por essa razão que devemos sempre pedalar enquanto acionamos os manípulos e mudamos as velocidades.

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Como selecionar a velocidade mais indicada?

Para que possas, por experiência própria, perceber a utilidade das velocidades, poderás fazer o seguinte exercício.   Numa subida com fraca inclinação, experimenta, uma a uma, três velocidades diferentes. 1. Na primeira tentativa, posiciona a corrente no prato maior à frente e no carreto mais pequeno atrás. 2. Faz novamente a subida selecionando o prato mais pequeno e o carreto maior. 3. Por último, na última tentativa, escolhe o prato intermédio e um carreto a meio da cassete.

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1. No primeiro caso, a pedalada é mais difícil e esforça demasiado as pernas.

2. Com a relação mais leve (segunda tentativa), ficarás mais rapidamente cansado e demorarás mais tempo a percorrer a distância.

3. A relação mais eficaz será deste modo a adotada na última tentativa, que permite pedalar a uma velocidade suficiente para realizar o esforço.

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Como selecionar a relação mais indicada?

Existem muitos fatores a ter em conta no momento de mudar de velocidade. Sabe, no entanto, que não existem fórmulas mágicas para determinar com precisão a melhor relação. Procede por tentativa e erro e fica atento às tuas sensações... se a velocidade não for a correta, poderás sempre escolher outra a seguir!