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GLOSSÁRIO DO BODYBOARD

Descubra o glossário do bodyboard para se familiarizar melhor com este mundo tão rico e especial.  

A

AIR ROLL SPIN

O ARS é a figura emblemática e uma das mais difíceis tecnicamente no bodyboard. Consiste em executar, saltando, um 360° e um "el rollo". Para isso, é preciso uma velocidade máxima e ondas bem cavadas para saltar suficientemente alto.

Air

Tal como no surf, o Air é a figura "elementar" que consiste em ganhar velocidade e apoios na onda para descolar para os ares. Há muitas variações a este truque. 

B

BOARD

Termo anglófono que designa a prancha de bodyboard.

BEACHBREAK

Local onde as ondas se quebram nos bancos de areia. Não rebentam de forma regular nem em locais idênticos. São geralmente ondas curtas.

Barra

Da expressão "passar a barra" que consiste em ir para o pico (o melhor local para apanhar as ondas). Quando se está na praia, as ondas que se quebram longe formam uma barra de espuma branca. Em função do tamanho e da potência das ondas, esta barra pode ser mais ou menos difícil de ultrapassar. Deve muitas vezes passar-se no centro da zona de impacto para se lá chegar.

BOTTOM TURN

O bottom-turn é uma manobra que se realiza muitas vezes no início de uma onda, logo após o take-off. Trata-se de uma curva na base da onda, que permite subir em direção ao pocket, onde a força é maior.  

BACKWASH

Falamos de backwash (normalmente junto à praia, dique...) quando a onda que se aproxima do bordo vem "bater" na água que chega em sentido contrário (de uma onda anterior). Esta onda não pode ser surfada, mas pode servir de rampa para o célebre local "The wedge" 

BARREL

O barrel é usado no jargão do praticante de bodyboard para designar um tubo. O tubo forma-se quando o lip da onda volta a cair e cria um "túnel" para onde o praticante de bodyboard vai.

Bico de Pato

O bico de pato é uma "figura" essencial para ir para o pico, mergulhando com a prancha debaixo da onda. Sem isso, pode recuar tanto quanto avança, cansa-se e nunca chega ao pico.

C

CUT BACK

Inicia-se um cut back quando a onda perde potência. Faz-se então uma curva arredondada em direção à espuma, até chegar até ela e regressar no sentido natural da onda.

D

DUCKDIVE

Termo anglófono para designar o pato, permitindo ao praticante de bodyboard subir para o pico, passando debaixo das ondas.

DIREITA

Trata-se de uma onda que desenvolve para a direita quando se olha para a praia a partir da água. Em oposição às esquerdas. 

DROP KNEE

O drop knee é uma posição em que o praticante de bodyboard se coloca meio de pé na prancha em vez de estar deitado. O pé dianteiro está apoiado na prancha e o joelho da outra perna está pousado atrás. Aumenta bastante a dificuldade, principalmente com pés de pato.

DECK

O deck é a parte de cima da prancha.

E

Esquerda

Trata-se de uma onda que desenvolve para a esquerda quando se olha para a praia a partir da água. Oposto a direitas. 

Espuma

Finais de ondas feitos de espuma, que chegam junto à praia depois de terem rebentado. Tipo de ondas ideal para descobrir o oceano e aprender a fazer bodyboard com toda a segurança.

F

FLAT

Quando não há ondas à superfície da água, a tradução literal é "plano", ou seja quando a superfície da água está totalmente plana, quando se assemelha a um lago.

 

FLOATER

Trata-se de uma manobra que consiste em passar uma secção comprida deslizando sobre o lip.

G

GLASSY

Termo muitas vezes usado para designar a superfície das ondas semelhante a óleo, sem marulhada nem ondulação. Quando as ondas são glassy, o deslize é mais fluido, mais agradável e a sessão será perfeita. 

H

I

INSIDE

O inside é a última secção da onda, a que se quebra mesmo no bordo, por conexão com a secção outside ou por reforma.

J

K

L

Leash

O leash é a corda de segurança que liga o surfista à prancha, para evitar perder a prancha em caso de queda. Tem vários comprimentos e diâmetros, para se adaptar a todos os tamanhos de pranchas. Ao contrário do surf, no bodyboard, o leash fixa-se ao nível do braço.

 

LIP (CRISTA)

O lip é a parte mais alta que se abate quando a onda rebenta. Quanto mais espesso for, mas potente será a onda. 

LINE UP

Quando um surfista acaba de progredir na onda, deve regressar ao ponto onde elas começam a rebentar: ao line up.  Trata-se da zona situada atrás da barra, onde os surfistas esperam pela sua vez para voltar a surfar uma onda.

M

N

Nose

Trata-se da parte dianteiro ou do nariz da prancha de bodyboard.

O

OFFSHORE (vento)

Finais de ondas feitos de espuma, que chegam junto à praia depois de terem rebentado. Tipo de ondas ideal para aprender a surfar com toda a segurança.

ONSHORE (vento)

Um vento é designado por "onshore" (também chamado vento de mar) quando sopra do mar para a terra. Tende a achatar as ondas e a criar marulhada. Menos favorável para a prática de surf.

 

Outline

A outline corresponde à silhueta de uma prancha de bodyboard, vista de cima, e determina o seu comportamento na onda. É uma combinação entre o comprimento, a largura, o posicionamento do wide point (o ponto mais largo) e a forma do tail. 

OUTSIDE

O outside designa a primeira secção da onda, a secção que se quebra geralmente no fundo.

P

Período

O período é o tempo que separa 2 ondas consecutivas. Está indicado nas previsões meteorológicas junto ao tamanho das ondas, e é expresso em segundos. Quanto maior for o período, mais as ondas serão fortes e rápidas.

PICO (PEAK)

Zona ideal para apanhar a onda. Geralmente no local onde o declive é mais acentuado.

POINT BREAK

Neste tipo de local, as ondas chegam enrolando-se à volta de um cume ou de uma ponta. Geralmente graças a um fundo rochoso, mas por vezes arenoso. 

PRIORIDADES

O surf e o bodyboard são conhecidos por serem desportos livres; no entanto, todos os surfistas devem conhecer as regras de prioridade para se entenderem bem na água. O objetivo é evitar acidentes e respeitar as ondas de cada um. A regra mais importante é a do saber-viver e a da cortesia.   

PÉS DE PATO

Os pés de pato são os acessórios que se calçam para se propulsar e partir para a onda. São geralmente curtos e rígidos. Para evitar que se percam em caso de condições difíceis, recomenda-se fixá-los através de um leash nos tornozelos.

POCKET

Parte da onda que está prestes a rebentar. A zona onde há mais força e onde se deve colocar o surfista.  

Q

QUIVER

É o nome dado a todas as suas pranchas.

R

RAILS

Os rails são os lados da sua prancha de bodyboard. Desempenham um papel crucial porque se cravam na água numa curva apertada. Trata-se do ponto de ancoragem da sua prancha! A forma do rail altera a flutuabilidade, a maneabilidade e o nervosismo da sua prancha.

 

REEFBREAK

Nestes pontos, as ondas são regulares, muitas vezes compridas e tubulares. São os recifes que provocam a rebentação das ondas.

Patinagem

Durante um roller, o surfista "toca" no lip com a prancha, no local mais crítico da onda. Se esta manobra for bem executada, à saída, o ganho de velocidade é bastante elevado.

ROLLO (EL)

El rollo é uma das figuras emblemáticas do bodyboard. Consiste em realizar uma rotação de lado, com apoio no lip da onda, e virar com a onda para cair em baixo. Esta manobra está totalmente controlada quando o praticante a executa sem esforço, em qualquer tamanho de onda.

RIDER

No jargão, "rider" é o termo usado para designar o praticante de bodyboard (também usado na maioria dos desportos de deslize).

s

SECÇÃO DE ONDA

Quando uma onda não se desenvolve de forma regular e contínua, desenvolve-se em secções. "Quebra" em vários locais ao mesmo tempo, o que impede que o surfista deslize por toda a onda. 

SÉRIE

Fala-se de série quando as ondas chegam em grupo. Geralmente 6 a 7 ondas seguidas.

 

SHOREBREAK

O shorebreak designa as ondas que quebram junto à praia. Pode ser muito violento. Por isso é que não recomendamos aos principiantes que não conheçam bem o mar aprenderem a fazer surf neste tipo de ondas! 

 

SIDESHORE

Vento paralelo à praia. 

 

SWELL

Termo inglês que designa a ondulação. Movimento do oceano que forma ondulações cujas cristas ficam arredondadas e não rebentam.

Stringer

Os stringers são "tubos" no interior da espuma do bodyboard. Podem ter várias formas e dão rigidez à prancha para aumentar a velocidade e a reatividade, nomeadamente em ondas ocas e potentes.

Slick

O slick é a parte de baixo da prancha, nomeadamente o material (o efeito plastificado) que permite deslizar. 

T

Tail

Termo anglófono que designa a parte traseira da prancha. Muitas vezes associado aos "channels", que designam as formas debaixo da prancha, para favorecer a evacuação da água  e aumentar assim a velocidade ou a reatividade da prancha.

U

V

W

WAX

Cera ou parafina que deve ser aplicada antes de cada sessão em cima da ponte (a parte de cima) da prancha. Permite ao surfista aproveitar totalmente a sessão, sem precisar de ter patins debaixo dos pés. Tem de ser escolhida em função da temperatura da água. Privilegie uma cera mole quando a água está fria, e uma cera mais dura em águas tropicais e quentes.

WEDGE (THE)

Este local reconhecido mundialmente situa-se na Califórnia, junto ao porto de Newport Beach. Tem a particularidade de ter um shore break (onda que quebra junto à praia) enorme, que pode atingir uma dezena de metros. Os melhores praticantes de bodyboard do mundo vão experimentar este local.

360

360

Esta figura consiste em realizar uma rotação de 360° sobre a onda. Se este truque for executado no ar, falamos então de 360 Air ou de "3-6 Air". 

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